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OBSERVATÓRIO

É polêmica a questão se o número quatro, escrito em algarismos romanos deva ser IV ou IIII nos relógios

Município-sede de Pedágio

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, na última semana, aprovou o PL 3062/08, da deputada Ângela Amin (PP-SC).  A proposição, que altera a Lei 9.277/96, que trata da exploração de rodovias e portos federais,  isenta do pagamento de pedágio os proprietários de veículos que tiverem residência permanente no município no qual se localiza a praça de cobrança ou comprovem vínculo empregatício no local.  Esta é uma boa. É uma Lei justa e que vem a tempo, já que, até agora, munícipes têm que pagar para sair ou entrar na própria cidade onde residem ou trabalham por este Brasil afora. Isso é um absurdo que vem sendo praticado.

Os ponteiros do relógio

É polêmica a questão se o número quatro, escrito em algarismos romanos deva ser IV ou IIII nos relógios, a exemplo do nosso histórico monumento. Existem várias teorias que tentam justificar a adaptação da escrita do número quatro para IIII. O famoso relógio de Londres, o Big Ben usa a escrita correta do algarismo romano, ao contrário do nosso relógio e de muitos outros espalhados pelo Mundo. Há quem diga que a mudança aceitável da grafia do IV para IIII mereceu até a realização de Convenção em Genebra. A mudança, adotada por inúmeros fabricantes de relógios com algarismos romanos teria surgido após um terrível acidente de trem, ocorrido por causa da falta de atenção de um chefe de estação, provavelmente, lá em Portugal. Devido à posição do ponteiro que marca as horas, o chefe da estação não percebeu o número I que antecede o V e liberou um trem, parado naquela estação, com uma hora de antecedência. A falha de visão teria provocado um grave acidente de choque de trens, porque o coitado do chefe de estação pensou que seriam cinco horas e eram ainda quatro. Para evitar a repetição de acidentes e facilitar a visão dos chefes de estações de trem, houve a mudança, que até hoje tem gerado polêmicas, assim como a que foi provocada, recentemente, pelo Jornal do Povo.

Pé frio de cantor

Não é justo, mas há quem atribua as fortes chuvas que prejudicaram a Festa do Folclore ao cantor Sérgio Reis. Pela Cidade, foram muitas as pessoas que, injustamente, chamaram o famoso cantor da música sertaneja de “pé frio”. No ano passado, ele não veio por causa da chuva. Neste ano, o show foi seriamente prejudicado, também por causa da chuva, que deu apenas uma pequena e curta trégua para ele se apresentar e receber os merecidos aplausos. Pé frio ou não de cantor, Sérgio Reis merece os nossos aplausos pelo talento, espaço e história que conquistou e continua conquistando na música popular brasileira, especialmente no estilo sertanejo.

Mais cara que a luz

Estamos chegando ao ponto de a conta de água ser mais cara que a conta de luz, na Cidade, que também é chamada “Cidade das Águas”. Em muitos casos, a diferença chega a ser maior que 30% a 40% do preço da energia elétrica. Tradicionalmente, isso não acontecia por aqui. Aguente que puder suportar os constantes e incontroláveis aumentos do preço que a Sanesul cobra dos indefesos consumidores. Além dos metros cúbicos de água consumida, a Sanesul continua cobrando abusivamente a famigerada taxa “de comercialização”, que vem aumentando também a cada ano. Além da água, o consumidor de Três Lagoas paga uma taxa de 4,78, a título de ajudar a pobre Sanesul, nas despesas de comercialização do seu produto. Só em Três Lagoas acontecem estas coisas!… Em tempo de campanha política, já ouvimos a promessa de acabar com essa taxa. Até agora, nada…

Sufoco no trânsito

Os pais de alunos e professores da conceituada escola Funlec passam por sério sufoco no trânsito, todos os dias, quando retornam para suas casas, no final do período matutino. Além do sinaleiro, que alguns também chamam de farol, no cruzamento da avenida Clodoaldo Garcia com a rua Manoel Pedro de Campos, nas imediações da Câmara Municipal, que só dá chance à passagem de uns três veículos quando fica verde, o trânsito volta a se complicar na passagem de nível. É raríssimo o dia, em que nessa hora, não haja manobra ou passagem de três, interrompendo, por uns demorados 15 minutos ou mais, o tráfego de veículos que precisam atravessar a linha férrea, de um lado para o outro.

Apelo de vereador

O vereador Ângelo Chaves Guerreiro, agora reeleito presidente do seu partido, o PDT, usou a Tribuna da Câmara Municipal para fazer um veemente apelo à direção da ALL Logística, concessionária da linha férrea. Ele solicitou que mudem os horários “das manobras das locomotivas”. Segundo ele, não dá para continuar aceitando que o pessoal invente, ou melhor, programe fazer manobras nos horários de maior movimento de veículos, ou seja no período das 11h às 13h e também às 17 horas. Na oportunidade, o vereador solicitou do secretário de Obras, que sejam instaladas luminárias em vários bairros, incluindo o Jardim “Antenas”. O nome correto é Atenas ou Antenas? Precisamos consultar o Dicionário do Ângelo Guerreiro.